segunda-feira, 28 de abril de 2014
A Tempestade.
Náuseas e falta de equilíbrio, navegando sem perigo.
Em um barco enorme, noite calma, qual seria meu inimigo?
Tudo parece perfeito, desde a manhã ao anoitecer.
Qual risco poderia me aborrecer?
Então o destino sempre brincalhão.
Muda o percurso e o clima, tudo vira agitação.
Pânico no navio e água para todo lado.
O capitão se pergunta, se seu fim será molhado.
Navegando contra a tempestade e o desespero.
Ele precisa fingir ser corajoso e demonstrar espanto sem exagero.
Uma onda enorme está chegando, o que fazer?
Pedir a Poseidon, para que deixe o mar adormecer.
A tempestade está acabando e o sol já voltando.
Quanta sorte em estar vivo, os passageiros todos vibrando.
A religiosidade vai embora, Poseidon é esquecido.
Pois só em momentos de angustias, os deuses são revividos.
~Guilherme Monteiro.
Tentando Dormir.
Enquanto deito em minha cama.
As ideias surgem do meio da lama.
Tudo que eu mais quero é dormir.
E a criatividade começa a surgir.
Passo horas e minutos tentando escrever algo útil.
E quando tento descansar e relaxar.
O mundo gira e as coisas começam a se encaixar.
Em plena meio noite no celular a digitar.
Crio essa poesia, pois acredito que alguém vai gostar.
~ Guilherme Monteiro.
terça-feira, 22 de abril de 2014
Opressão Familiar.
Uma garota nasce, gritando por liberdade.
Em um mundo onde tudo é seriedade.
Seus pais estão cheio de sonhos e idéias.
Mas a garota na dança se revela.
Faculdade de engenharia este é seu sonho? Nobre menina.
Ou será tudo fantasmas que perseguem sua família.
A música guia seus mundo e a dança te ilumina.
Mas magoar os seus pais, ela não enxerga através desta neblina.
Seu diploma está na mão e sua cintura inquieta.
O que fazer? O que sentir? Não sei estou inserta.
O sorriso de seus pais são notáveis e brilhantes.
E o rebolado da garota cada vez mais semelhante.
Está na hora de desistir, essa vida não é minha!!!
Não desejo agradar mais ninguém, agora vou sair da linha.
Em um ato de coragem e sem distração.
Agora ela é movida pelo seu coração.
Hoje dança em campos lindos, de flores rosas e vermelhas.
Este erá seu mundo, sua vida, seu querer.
E com esta poesia, mostro como é viver.
~Guilherme Monteiro
terça-feira, 15 de abril de 2014
Os Espinhos Venenosos.
A beleza mais pura e singela.
É vermelha como o fogo e machuca a quem se aproxima dela.
Uma rosa, uma garota, doce ilusão.
Ambas tem espinhos e encantam seu coração.
Os mais cautelosos conseguem sair ilesos.
Desviando dos espinhos e descobrindo seus doces segredos.
Cuidado até a mais linda das damas pode te envenenar.
Seu perfume é encantador, como não te amar?
Essa resposta é simples é só não se aproximar.
Garota perigosa, enganando com seu charme e beleza.
Faz de homens meras crianças cheios de incerteza.
Lábios vermelhos, sorriso avassalador.
Me mostre a verdade, antes que prospere minha dor.
Em um sopro de desespero, qual será sua honestidade?
E como uma humilde rosa, desabrocha serenidade.
~Guilherme Monteiro.
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Lembranças da Infância.
Como tudo erá mágico, desde o acordar ao adormecer.
Como tudo erá fácil, eu gostaria de saber.
Vida sem problemas, gostosa e sadia.
Rindo e brincando, quase tudo eu podia.
Cada detalhe erá lindo, difícil não perceber.
Flores, insetos e animais, divertidos "pra valer".
Um pirata na banheira, uma princesa a resgatar.
Um mundo muito bonito e sem ambição para estragar.
O sol entre as nuvens, impressionava o seu nascer.
E cada dia mais e mais ver minha infância se desfazer.
O monstro se escondia, para da cama não dar para ver.
E assim a mãe o espanta, com seu chinelo e superpoder.
~Guilherme Monteiro.
sábado, 12 de abril de 2014
O Crânio.

Onde está toda a felicidade incorrupta?
Me mostre eu lhe imploro, pelo vazio de minha mente estupida.
O quanto mais viverei sem poder sentir a verdade?
Sera isso tudo um pedaço de meu Karma? Ó santa perversidade.
Com o badalar dos sinos, os crânios se levantam do chão.
Posso ver a beleza estampada em seu coração.
A morte é um anjo justo que não esquece de ninguém.
Será tão mal desejar á ela prontidão?
O mundo jaz no maligno, este é o seu final.
Me diga agora quantas vezes você já praticou o mal.
Risadas perversas demonstram que sua hora chegou.
E no fogo ardente você carbonizou.
~Guilherme Monteiro.
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